Olha para o meu texto sem sentido.
As minhas palavras alinhadas uma atrás da outra, atrás das outras todas, seguidas por tantas outras.
Olha para as palavras que não vou mostrar a ninguém, mas que estão sempre a borbulhar dentro da minha mente.
Olha para, mais uma vez, coisas sem sentido:
- Alguém que esteja a ler, por acaso está a procurar sentido nisto que escrevo?
- Loucos...
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