Mulher de sagitário
Nem sempre ela dirá coisas que você quer ouvir. Na maioria das vezes , ela vai deixa-lo arrepiado com suas observações desconcertantes e francas. Mas de vez em quando dirá coisas tão maravilhosas que vão faze-lo dançar de felicidade.
Ela talvez seja um pouco franca demais porque vê o mundo tal como ele é.
Ela não gosta de mentiras, e dificilmente alguma mulher de sagitário costuma mentir. A menos que tenha um ascendente em capricórnio, esta mulher dificilmente conseguirá convencer as pessoas quando estiver contando uma mentira. E a gente tem que admitir que isto é uma ótima qualidade, não é?
As sagitarianas são muito independentes, e ambos os sexos mantém uma certa distância aos laços familiares.
Quando quiser que ela faça algo, peça-lhe. Não tente mandar nela. A técnica dos homens das cavernas não funciona com esta mulher. Ela não nasceu para ser mandada, odeia ter que receber ordens e abomina todo homem que tente aprisiona-la. Ela gosta de ser protegida, mas não gosta de ser mandada. Se nem mesmo seu pai consegue domina-la, não vai ser qualquer um que vai achar que pode lhe dar ordens!
A sagitariana não é de abrir mão da própria personalidade e da independência por homem algum. Deve ser por isso que as sagitarianas -logo atrás das aquarianas, – representam o maior numero de mulheres divorciadas!
Quanto mais nervosas ela fica, mais sarcástica e cínica se torna.
A sagitariana pode manda-lo para o inferno com um grande sorriso nos lábios e ainda ridiculariza-lo na frente de todos, como se estivesse se divertindo. Ela tem esta capacidade de torna-lo o bobo da côrte, e ainda sair por cima como se nem tivesse sentido a força de suas ofensas.
Mas nem sempre ela será tão “amável” assim, quando estiver realmente irritada. Enfrentar a raiva desta mulher não é a melhor coisa do mundo. Como todo sagitariano(homem ou mulher) ela não é de armar o barraco, mas se resolver faze-lo é melhor se esconder até a tempestade passar.
Afinal, não é prudente brigar com um signo que é metade gente, metade cavalo, e a metade humana ainda está armada!
Feliz daquele que tem a sorte de ter uma mulher de sagitário como amiga.
Ela alegrará suas festas, será sua melhor confidente e sempre estará ao seu lado quando todos seus amigos tiverem abandonado o barco. Ela é tão generosa, paciente e atenciosa com todos os amigos, que seu telefone dificilmente fica muito tempo sem tocar. Se repararem bem, a maioria das sagitarianas sempre recebem telefonemas de amigos que nunca conseguem esquece-las, mesmo que estejam distantes.
Ela é uma das poucas mulheres que costuma ter amigos de infância. Sim, eu disse amigos. Os mesmos que rolavam com ela na rua enquanto jogavam bola, e que um dia perceberam que aquela garota com jeito desajeitado de moleque, que andava descalça, um dia se tornou uma linda mulher.
Tentem reparar em uma sagitariana andando. Vejam como a maioria costuma andar com o nariz empinado, parecendo um cavalo puro sangue. Vejam como ela é uma mulher elegante e confiante, mesmo quando tropeça e sai derrubando tudo pelo caminho! Sim, a coisa mais dificil de encontrar é uma sagitariana que não seja um pouco desajeitada.
Também costuma ter uma atitude um tanto displicente em relação a envolvimentos amorosos, o que pode levar algumas pessoas a achar que é uma mulher fria e insensível.
Puro engano! Ela se emociona ao assistir um filme triste e sonha com você durante as noites em que estiver solitária, mesmo que nunca confesse isto. É possível que ela tenha guardado todos os bilhetes de amor que você escreveu, restos de flores que enviou e a primeira entrada do cinema que foram juntos.
Mas não espere ver este seu tesouro tão cedo! A sagitariana não gosta de revelar seus segredinhos de amor. Deixar que você veja estes segredos é assumir que está apaixonada. E ela odeia sentir-se fragilizada!
Quando este romance acaba, por dentro ela pode estar chorando, mas responderá com tanta inteligência e habilidade as perguntas dos amigos, que todos pensarão que tudo não passou de um simples namorico de verão. Mal sabem como ela pode estar arrasada por dentro.
A idade realmente não importa quando o assunto é a sagitariana. Elas permanecem meninas mesmo quando envelhecem.
E elas adoram ser tratadas como meninas sapecas que não param no canto, sempre prontas a correr na rua com os garotos! E, é esta alegria de viver, este eterno otimismo que enfeitiçam os homens de bom gosto! Nenhuma mulher pode ser tão apaixonada pela vida quanto a sagitariana, e transmitir este amor por todos os cantos por onde passa.
Estar ao seu lado é viver o bom humor e acreditar no futuro. Não importa que ela tenha milhões de amigos que ocupam grande parte do seu tempo, nem que passe o tempo todo planejando viagens ou sonhos que ainda quer realizar.
Amar uma mulher de sagitário é recompensador e nunca é monótono. Não importa que ela não tenha aprendido a dizer o quanto te ama, para ela isto é difícil.
"Buscarei a perfeição dentro do silêncio, E sem perder a razão Serei eu mesma, Até encontrar a minha paz"
There's a lack of Colour here.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Virada Cultural

A Virada Cultural é um evento anual promovido desde 2005 pela Prefeitura da cidade de São Paulo com o intuito de promover na cidade 24 horas de maratona cultural. O evento foi inspirado na "Nuit Blanche" de Paris, que agita anualmente a capital francesa, com atrações que seguem madrugada adentro.
-
Próxima Edição: 15~16.Maio.2010
- 24h horas de cultura
Último Romance
"...E até quem me vê lendo o jornal
Na fila do pão sabe que eu te encontrei.
E ninguém dirá que é tarde demais,
Que é tão diferente assim.
Do nosso amor a gente é que sabe (pequena)!..."
[ Los Hermanos ]
Na fila do pão sabe que eu te encontrei.
E ninguém dirá que é tarde demais,
Que é tão diferente assim.
Do nosso amor a gente é que sabe (pequena)!..."
[ Los Hermanos ]
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Não espere NADA de NINGUÉM.
Ultimamente eu ando meio perturbada, com algumas coisas que vem acontecendo.
Não estou cobrando nada de ninguém, muito menos exigindo.
Mais so queria entender.....Entender como pode?!
Tanta ingratidão!
Estou falando de mal agradecimento.
REPITO: não estou cobrando nada.
Pelo contrario, tudo que eu fiz eu faria denovo. Sem duvidas.
E não me arrependo de nada.
Mais a minha indgnação é: Eu so queria saber, porque isso?
Você faz de tudo por alguem e depois esse "alguém" vem falar poucas e boas de você.
Logo esse alguém.
Que você fez de tudo... e faria de tudo por ele.
Espero que um dia eu possa entender....
Entender porque as pessoas são assim.
O que eu aprendi com isso tudo?!
Não espere NADA de NINGUÉM. A não ser que esse alguém seja você mesmo.
Não estou cobrando nada de ninguém, muito menos exigindo.
Mais so queria entender.....Entender como pode?!
Tanta ingratidão!
Estou falando de mal agradecimento.
REPITO: não estou cobrando nada.
Pelo contrario, tudo que eu fiz eu faria denovo. Sem duvidas.
E não me arrependo de nada.
Mais a minha indgnação é: Eu so queria saber, porque isso?
Você faz de tudo por alguem e depois esse "alguém" vem falar poucas e boas de você.
Logo esse alguém.
Que você fez de tudo... e faria de tudo por ele.
Espero que um dia eu possa entender....
Entender porque as pessoas são assim.
O que eu aprendi com isso tudo?!
Não espere NADA de NINGUÉM. A não ser que esse alguém seja você mesmo.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Ninguém mais...
Todos os dias eu acordo,
E sinto que cada minuto que passa
Ela está mais perto.
Ela vem chegando de vagar,
Cada vez mostrando mais o que ela quer de mim.
Estou me sentindo estranha e confusa.
Na verdade eu tenho medo dela,
Muito medo!
Mais porque eu?
Eu não entendo isso.
Na verdade eu não entendo nada
Não consigo entender nem eu mesma.
Acho que talvez esse pode ser um dos motivos.
Se é que ela tem um motivo.
Quem é ela?
A Loucura.
O que ela quer de mim?!...
Acabar com o que resta de sanidade em mim.
O que fazer?
Pra onde correr, ou fugir?
Não sei...
Estou me sentindo presa em alguma coisa.
sozinha....
Eu meu desespero, minha agonia e meu medo.
Ninguem mais....
Ninguem!
E sinto que cada minuto que passa
Ela está mais perto.
Ela vem chegando de vagar,
Cada vez mostrando mais o que ela quer de mim.
Estou me sentindo estranha e confusa.
Na verdade eu tenho medo dela,
Muito medo!
Mais porque eu?
Eu não entendo isso.
Na verdade eu não entendo nada
Não consigo entender nem eu mesma.
Acho que talvez esse pode ser um dos motivos.
Se é que ela tem um motivo.
Quem é ela?
A Loucura.
O que ela quer de mim?!...
Acabar com o que resta de sanidade em mim.
O que fazer?
Pra onde correr, ou fugir?
Não sei...
Estou me sentindo presa em alguma coisa.
sozinha....
Eu meu desespero, minha agonia e meu medo.
Ninguem mais....
Ninguem!
Strawberry Fields Forever

"...Deixe-me te levar
Porque eu estou indo aos
Campos de morangos
Nada é real
Não há por que esperar
Campos de morangos para sempre
Viver é fácil com os olhos fechados
Sem entender o tudo que você vê
Está ficando difícil ser alguém
Mas tudo parece funcionar bem
E isso não é muito importante pra mim..."
[ THE BEATLES ]
domingo, 18 de abril de 2010
Across the Universe

Finalmenteeee eu vi o filme Across the Universe!
Bom pra quem curte anos 60 e Beatles
vai curtir muito o filme.
Na minha opinião,... o filme é lindo.
as musicas dos Beatles se encaixam perfeitamente nas cenas.
E sem falar na atriz que canta musicas da Janis Joplin... canta MUITOO.
....Entãoo super recomendado.
Across the Universe (Através do universo ou em todo universo) é uma produção estado-unidense de 2007 dirigida por Julie Taymor, de Frida. O filme retrata os anos 1960, com suas lutas, guerras e paixões, ambientando toda uma época através da obra dos Beatles. O elenco tem jovens talentos que interpretam e cantam, como o do inglês Jim Sturgess, a americana Evan Rachel Wood e o também inglês Joe Anderson. O filme também conta com algumas participações especiais de Bono do U2 e Joe Cocker, Salma Hayek.
Sinopse
O filme começa em Liverpool, de onde o inglês Jude (Jim Sturgess) decide partir para os EUA em busca de seu pai. Lá ele conhece Max (Joe Anderson), um estudante rebelde. Torna-se seu amigo e se apaixona por sua irma (Evan Rachel Wood). Esta por sua vez, acaba envolvendo com emergentes movimentos de contra-cultura, da psicodelia aos protestos contra a Guerra do Vietnã. Em meio às turbulências da época, Jude e Lucy vão passar por situações que colocam sua paixão em choque.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
SITE ESPECIFIC > Festa das Artes Visuais
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Meu Inferno Pessoal
Hoje venho falar de uma tristeza
Tristeza tão grande que enche todo o meu interior.
Não sei o motivo.. muito menos o porque.
Sei que dói! Dói muito.
Dói causando agonia, desespero, raiva...
Uma vontade de sumir de tudo e todos.
Coisas que perturbam a cabeça e o juízo.
Uma espécie de Inferno na Terra
Um inferno só meu.
Só eu!
Nem sei explicar...
palavras não me satisfazem,
na tentativa de expor essa tristeza que existe dentro de mim.
...Me vem na cabeça um desejo de morrer.
Mais será que adianta?... Acho que só vai piorar tudo.
Então o que fazer?
Não tenho o que fazer, nem pra onde correr.
Cada um com seu Inferno Pessoal.
Tristeza tão grande que enche todo o meu interior.
Não sei o motivo.. muito menos o porque.
Sei que dói! Dói muito.
Dói causando agonia, desespero, raiva...
Uma vontade de sumir de tudo e todos.
Coisas que perturbam a cabeça e o juízo.
Uma espécie de Inferno na Terra
Um inferno só meu.
Só eu!
Nem sei explicar...
palavras não me satisfazem,
na tentativa de expor essa tristeza que existe dentro de mim.
...Me vem na cabeça um desejo de morrer.
Mais será que adianta?... Acho que só vai piorar tudo.
Então o que fazer?
Não tenho o que fazer, nem pra onde correr.
Cada um com seu Inferno Pessoal.
8 ou 80
Todo mundo tem segredo
Que não conta nem pra si mesmo
Todo mundo tem receio
Do que vê diante do espelho
Eu só quero o começo
Não podia lidar com o meio
Quero muito, tenho apego
Já não quero e só resta desprezo
Nem sempre ando entre os meus iguais
Nem sempre faço coisas legais
Me dou bem com os inocentes
Mas com os culpados me divirto mais
Todo mundo tem segredo
Que não conta nem pra si mesmo
Todo mundo tem receio
Do que vê diante do espelho
Todo mundo tem desejo
Que não divide nem com o travesseiro
Um remédio pra armagura
Ou as drogas que vêm com bula
Nem sempre ando entre os meus iguais
Nem sempre faço coisas legais
Me dou bem com os inocentes
Mas com os culpados me divirto mais
Não conheço o que existe entre o 8 e o 80
Nem sempre ando entre os meus iguais
Nem sempre faço coisas legais
Me dou bem com os inocentes
Mas com os culpados me divirto mais
Ah... eu me divirto mais
[ PITTY ]
Que não conta nem pra si mesmo
Todo mundo tem receio
Do que vê diante do espelho
Eu só quero o começo
Não podia lidar com o meio
Quero muito, tenho apego
Já não quero e só resta desprezo
Nem sempre ando entre os meus iguais
Nem sempre faço coisas legais
Me dou bem com os inocentes
Mas com os culpados me divirto mais
Todo mundo tem segredo
Que não conta nem pra si mesmo
Todo mundo tem receio
Do que vê diante do espelho
Todo mundo tem desejo
Que não divide nem com o travesseiro
Um remédio pra armagura
Ou as drogas que vêm com bula
Nem sempre ando entre os meus iguais
Nem sempre faço coisas legais
Me dou bem com os inocentes
Mas com os culpados me divirto mais
Não conheço o que existe entre o 8 e o 80
Nem sempre ando entre os meus iguais
Nem sempre faço coisas legais
Me dou bem com os inocentes
Mas com os culpados me divirto mais
Ah... eu me divirto mais
[ PITTY ]
TEORIA DO CAOS

A "TEORIA DO CAOS"
compreende a imprevisibilidade de fatos ou acontecimentos cotidianos. Teses como o "Efeito Borboleta"
(O simples ruflar da asa de uma borboleta em um determinado espaço pode causar um tufão do outro lado do planeta...)
foram formuladas na tentativa de criar a possibilidade de entendimento de fatos inacreditáveis e teoricamente impossíveis de acontecer.
Os Slides da Teoria do Caos…estão disponiveis para download so seguinte Link:
http://www.4shared.com/file/124271348/5a517e2c/Teoria_do_Caos_-_Slide.html
Hegel e a Filosofia da Arte
Ao contrário do filósofo de Königsberg, Hegel confessa uma verdadeira paixão pelas artes. No seminário protestante de Tübingen (1788 - 1793), onde faz amizade com Hölderlin e Schelling, lê os trágicos gregos, Shakespeare e os poetas alemães contemporâneos, Schiller e Goethe. Em Heidelberg e, depois, em Berlim, freqüenta teatros e concertos, visita exposições, admira Bach, Haendel, Gluck, Mozart, Rossini. Crítico, mostra-se severo, até mesmo injusto, com os pintores e músicos contemporâneos: nenhuma palavra sobre eles Beethoven, nem sobre Caspar Rauch Friedrich. Ignora o escultor Christian Rauch e a escola de Berlim. Rietschel, autor das estátuas de Gluck, Mozart, Goethe e Schiller, não é nem mencionado. Estranha indiferença pela arte do presente que contrasta com seu interesse pela arte do passado: a pintura holandesa especialmente, Van Eyck, Memling, Rembrandt; os vitrais das catedrais, Colônia, Bruxelas; as cidades, Viena, Paris! Kant sedentário, fascinado pelas belezas da natureza. Hegel nômade na Europa do começo do século XIX, tem olhos apenas para a beleza artística.
Evocou-se anteriormente as reservas de Hegel em relação ao emprego da palavra "estética". Se a usa é por falta de outra melhor e porque o termo, doravante, passou a ser usual. A expressão "filosofia da arte" é, na verdade, mais adequada ao seu propósito.
O BELO: UM "GÊNIO AMISTOSO"
Desde a introdução da Estética, Hegel precisa sua intenção: trata-se de mostrar que a filosofia da arte "forma um anel necessário ao conjunto da filosofia". Não é questão de elaborar uma metafísica qualquer da arte, mas de partir do "reino do belo", do "domínio da arte". E convém incluir essa filosofia do belo ao conjunto do sistema filosófico.
Do quê fala? Das belezas diversas próprias às diferentes artes, específicas às obras particulares? Mas face a tal diversidade, seria impossível constituir uma ciência tendo alguma validade universal. É preciso, então, partir da Idéia de belo. É dela que se deduz as belezas particulares, e não das belezas particulares que se deduz o conceito. Hegel aprova Aristóteles: há apenas ciência do geral!
Curiosamente, evoca Platão e cita seu diálogo com Hippias maior: "Deve-se considerar não os objetos particulares, qualificados de belos, mas o Belo." É, todavia, uma das raríssimas concessões ao platônico. Platão não hesitava em criticar a arte e seu caráter ilusório, aparente, cópia medíocre do mundo ideal. Para Hegel também, a arte é aparência, mas essa "aparência" é real. É a manifestação sensível, perceptível do que os homens, os povos, as civilizações conceberam graças ao seu espírito e exprimiram graças à criação de obras de arte concretas. O belo existe aqui e em todo lugar ao redor de nós. Intervêm, diz Hegel, "em todas as circunstâncias da vida" como esse "gênio amistoso que reencontramos em todo lugar".
E - não é para nos espantarmos - o único belo que o interessa é o belo artístico, o das produções humanas, excluindo-se o belo natural. Por que? Simplesmente porque o belo artístico é sempre superior ao belo da natureza. É uma produção do espírito, e o espírito "sendo superior à natureza, sua superioridade se comunica igualmente aos seus produtos, e por conseqüência, à arte[2]".
Hegel pode dificilmente ser mais claro do que quando declara: "A pior idéia que atravessa o espírito do homem é melhor e superior que a maior produção da natureza, e isso justamente porque participa do espírito e que o espiritual é superior ao natural[3]."
Uma das conseqüências dessa superioridade incontestável do espírito é que a arte não poderia ter por objetivo imitar a natureza. Hegel toma aqui radicalmente o contrapé da tradição aristotélica em vigor na arte ocidental.: "Pretendendo que a imitação constitua o objetivo da arte, que a arte consiste, por conseqüência, em uma imitação fiel do que já existe, coloca-se em suma a lembrança na base da produção artística. É privar a arte de sua liberdade, de seu poder de expressar o belo[4]."Ora, o objetivo da arte não é de satisfazer a lembrança, mas de satisfazer a alma, o espírito.
Basta retroceder no curso do tempo para se perceber que o "gênio amistoso" sempre manteve relações privilegiadas com a religião e com a filosofia. A arte sempre simbolizou, representou, figurou o sentimento religioso do homem ou sua aspiração à sabedoria. É graças aos vestígios artísticos das civilizações e das culturas antigas, às estátuas, aos monumentos, aos mosaicos, etc., que podemos reconstituir o que foram, então, as idéias e as crenças que animavam os homens das épocas anteriores. Se a arte interessa a tal ponto Hegel, é porque expressa a vida do espírito e permite a essa vida ser sentida, percebida graças às obras.
[1] In: L'Autonomie esthétique, Du Criticisme au romantisme, p. 181
sobre G.W.F. Hegel: Introduction à l'Esthétique, Aubier, Paris, 1964.
Tradução de Mirian Magda Giannella
[2] G.W.F.Hegel, Esthétique, op. cit., t.I, p. 8.
[3] Ibid.
[4] Ibid., t.I, p. 34.
[5] Ibid., p. 77.
[6] Ibid., t.II, p. 65.
[7] Ibid., p. 67.
[8] Não cocnfundir as formas particulares correspondendo às idades simbólica, clássica e romântica, e as formas individuais designando as cinco artes, aquitetura, escultura, pintura, música, poesia.
[9] Esthétique, op.cit., t.III, 2ª parte, p.9.
[10] Ibid., p. 15-16.
[11] Ibid., t.II, p. 340.
[12] Ibid., p. 335. Sublinhado por nós.
Evocou-se anteriormente as reservas de Hegel em relação ao emprego da palavra "estética". Se a usa é por falta de outra melhor e porque o termo, doravante, passou a ser usual. A expressão "filosofia da arte" é, na verdade, mais adequada ao seu propósito.
O BELO: UM "GÊNIO AMISTOSO"
Desde a introdução da Estética, Hegel precisa sua intenção: trata-se de mostrar que a filosofia da arte "forma um anel necessário ao conjunto da filosofia". Não é questão de elaborar uma metafísica qualquer da arte, mas de partir do "reino do belo", do "domínio da arte". E convém incluir essa filosofia do belo ao conjunto do sistema filosófico.
Do quê fala? Das belezas diversas próprias às diferentes artes, específicas às obras particulares? Mas face a tal diversidade, seria impossível constituir uma ciência tendo alguma validade universal. É preciso, então, partir da Idéia de belo. É dela que se deduz as belezas particulares, e não das belezas particulares que se deduz o conceito. Hegel aprova Aristóteles: há apenas ciência do geral!
Curiosamente, evoca Platão e cita seu diálogo com Hippias maior: "Deve-se considerar não os objetos particulares, qualificados de belos, mas o Belo." É, todavia, uma das raríssimas concessões ao platônico. Platão não hesitava em criticar a arte e seu caráter ilusório, aparente, cópia medíocre do mundo ideal. Para Hegel também, a arte é aparência, mas essa "aparência" é real. É a manifestação sensível, perceptível do que os homens, os povos, as civilizações conceberam graças ao seu espírito e exprimiram graças à criação de obras de arte concretas. O belo existe aqui e em todo lugar ao redor de nós. Intervêm, diz Hegel, "em todas as circunstâncias da vida" como esse "gênio amistoso que reencontramos em todo lugar".
E - não é para nos espantarmos - o único belo que o interessa é o belo artístico, o das produções humanas, excluindo-se o belo natural. Por que? Simplesmente porque o belo artístico é sempre superior ao belo da natureza. É uma produção do espírito, e o espírito "sendo superior à natureza, sua superioridade se comunica igualmente aos seus produtos, e por conseqüência, à arte[2]".
Hegel pode dificilmente ser mais claro do que quando declara: "A pior idéia que atravessa o espírito do homem é melhor e superior que a maior produção da natureza, e isso justamente porque participa do espírito e que o espiritual é superior ao natural[3]."
Uma das conseqüências dessa superioridade incontestável do espírito é que a arte não poderia ter por objetivo imitar a natureza. Hegel toma aqui radicalmente o contrapé da tradição aristotélica em vigor na arte ocidental.: "Pretendendo que a imitação constitua o objetivo da arte, que a arte consiste, por conseqüência, em uma imitação fiel do que já existe, coloca-se em suma a lembrança na base da produção artística. É privar a arte de sua liberdade, de seu poder de expressar o belo[4]."Ora, o objetivo da arte não é de satisfazer a lembrança, mas de satisfazer a alma, o espírito.
Basta retroceder no curso do tempo para se perceber que o "gênio amistoso" sempre manteve relações privilegiadas com a religião e com a filosofia. A arte sempre simbolizou, representou, figurou o sentimento religioso do homem ou sua aspiração à sabedoria. É graças aos vestígios artísticos das civilizações e das culturas antigas, às estátuas, aos monumentos, aos mosaicos, etc., que podemos reconstituir o que foram, então, as idéias e as crenças que animavam os homens das épocas anteriores. Se a arte interessa a tal ponto Hegel, é porque expressa a vida do espírito e permite a essa vida ser sentida, percebida graças às obras.
[1] In: L'Autonomie esthétique, Du Criticisme au romantisme, p. 181
sobre G.W.F. Hegel: Introduction à l'Esthétique, Aubier, Paris, 1964.
Tradução de Mirian Magda Giannella
[2] G.W.F.Hegel, Esthétique, op. cit., t.I, p. 8.
[3] Ibid.
[4] Ibid., t.I, p. 34.
[5] Ibid., p. 77.
[6] Ibid., t.II, p. 65.
[7] Ibid., p. 67.
[8] Não cocnfundir as formas particulares correspondendo às idades simbólica, clássica e romântica, e as formas individuais designando as cinco artes, aquitetura, escultura, pintura, música, poesia.
[9] Esthétique, op.cit., t.III, 2ª parte, p.9.
[10] Ibid., p. 15-16.
[11] Ibid., t.II, p. 340.
[12] Ibid., p. 335. Sublinhado por nós.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Blog me ajudando a estudar.
Qual a finalidade da Arte afinal?
A Arte tenta reproduzir o real... com a perfeição da alma.
Por isso a Arte não Imita!.. Idealiza.
A arte tenta expressar o sentimento, sendo ele bom ou não.
Usando de beleza e poesia.
Mas o que é o Belo?
O belo = manisfestação do Ideal.
Ideal-> Não abstrato ideia presente e transparente no objeto idealizado.
O belo é aquilo que agrada universal e sem conceito.
Não há uma ideia do Belo -> modelo que oriente e sirva de padrão.
Belo se encontra em objetos sensiveis.
Desde a antiguidade grega muito e sempre se escreveu sobre todos os aspectos do belo, mas principalmente sobre as propriedades do belo, como proporção e harmonia, bem como de sua ação estética.
O objetivo prático evidentemente prevalecia, no sentido do fazer belas as coisas, quer as simplesmente úteis, quer as de expressão artística, o que equivalia dar-lhes correta proporção e harmonia.
A metafísica do belo foi tema apreciado dos grandes filósofos clássicos, e assim também dos grandes nomes da filosofia moderna.
A bem da verdade, os tratados do belo poderiam ser mais breves, se não houvessem ocorrido tantos acidentes de percurso. Assim sendo, o tratado do belo ficou sendo uma espécie de tratado de exercício de coisas intrincadas. A história apresenta quais foram estes acidentes de percurso.
Platão (427-347 a.C.) ocupou-se com a arte e o belo nos diálogos menores Ion e Fedro; nos maiores, em algumas passagens de República e Leis.
Situou Platão o belo no ser metafísico, concebido por ele sobretudo como idéias reais arquétipas. O mais era sombra. Tornou-se famosa a sua invectiva contra a arte. Interpretando-a como expressão sensível, achava dever preteri-la em favor da contemplação das idéias reais transcendentes. Aliás por razões análogas, no futuro, Hegel fará da arte apenas um estágio da dialética do Espírito, a ser superado por um momento superior seguinte.
Quanto ao belo em si mesmo, a doutrina de Platão sobre os arquétipos contém em embrião a essência de todos os sistemas de metafísica do belo. Inclusive Kant, apesar do seu apriorismo sem objeto real, fez do belo uma noção que se diz das coisas em relativo, enquanto estas se dizem perfeitas em função a um tipo arquétipo ideal ao qual em seu ser se ajustam.
Aristóteles (384-322 a.C.), criou uma metafísica racionalista moderada favorável ao desenvolvimento de uma consistente filosofia do belo. Todavia não se ocupou muito com a questão. Havendo introduzido a distinção entre predicação unívoca (de estratos entre si isolados, como nas categorias do ser) e predicação analógica (observada em ser, uno, verdade, bom, belo), introduziu ordem sistemática na classificações dos conceitos.
Com este trabalho abriu caminho para caracterizar futuramente com mais detalhes o belo, uma das noções transcendentais derivada das transcendentais fundamentais.
Ainda que Aristóteles, contra Platão, negue o realismo dos arquétipos platônicos, conserva contudo um fundamento ontológico dos universais nas coisas individuais. Somente as coisas singulares são reais, todavia obedientes à universais nelas mesmas fundadas, como leis que lhes são imanentes. Para Aristóteles há, pois, essências, ou leis, sem que estejam fora das coisas.
Tais doutrinas as enunciou nos tratados conhecidos depois por Órganon e Metafísica.
Sobre a arte foi Aristóteles mais específico em Retórica e em Poética, onde discute noções sobre o belo e seus efeitos estéticos. Finalmente em Ética a Nicômaco estudou a felicidade que resulta do saber, o que constitui aproximação com a estética, a qual não é senão o prazer ocasionado pela expressão da arte.
A Arte tenta reproduzir o real... com a perfeição da alma.
Por isso a Arte não Imita!.. Idealiza.
A arte tenta expressar o sentimento, sendo ele bom ou não.
Usando de beleza e poesia.
Mas o que é o Belo?
O belo = manisfestação do Ideal.
Ideal-> Não abstrato ideia presente e transparente no objeto idealizado.
O belo é aquilo que agrada universal e sem conceito.
Não há uma ideia do Belo -> modelo que oriente e sirva de padrão.
Belo se encontra em objetos sensiveis.
Desde a antiguidade grega muito e sempre se escreveu sobre todos os aspectos do belo, mas principalmente sobre as propriedades do belo, como proporção e harmonia, bem como de sua ação estética.
O objetivo prático evidentemente prevalecia, no sentido do fazer belas as coisas, quer as simplesmente úteis, quer as de expressão artística, o que equivalia dar-lhes correta proporção e harmonia.
A metafísica do belo foi tema apreciado dos grandes filósofos clássicos, e assim também dos grandes nomes da filosofia moderna.
A bem da verdade, os tratados do belo poderiam ser mais breves, se não houvessem ocorrido tantos acidentes de percurso. Assim sendo, o tratado do belo ficou sendo uma espécie de tratado de exercício de coisas intrincadas. A história apresenta quais foram estes acidentes de percurso.
Platão (427-347 a.C.) ocupou-se com a arte e o belo nos diálogos menores Ion e Fedro; nos maiores, em algumas passagens de República e Leis.
Situou Platão o belo no ser metafísico, concebido por ele sobretudo como idéias reais arquétipas. O mais era sombra. Tornou-se famosa a sua invectiva contra a arte. Interpretando-a como expressão sensível, achava dever preteri-la em favor da contemplação das idéias reais transcendentes. Aliás por razões análogas, no futuro, Hegel fará da arte apenas um estágio da dialética do Espírito, a ser superado por um momento superior seguinte.
Quanto ao belo em si mesmo, a doutrina de Platão sobre os arquétipos contém em embrião a essência de todos os sistemas de metafísica do belo. Inclusive Kant, apesar do seu apriorismo sem objeto real, fez do belo uma noção que se diz das coisas em relativo, enquanto estas se dizem perfeitas em função a um tipo arquétipo ideal ao qual em seu ser se ajustam.
Aristóteles (384-322 a.C.), criou uma metafísica racionalista moderada favorável ao desenvolvimento de uma consistente filosofia do belo. Todavia não se ocupou muito com a questão. Havendo introduzido a distinção entre predicação unívoca (de estratos entre si isolados, como nas categorias do ser) e predicação analógica (observada em ser, uno, verdade, bom, belo), introduziu ordem sistemática na classificações dos conceitos.
Com este trabalho abriu caminho para caracterizar futuramente com mais detalhes o belo, uma das noções transcendentais derivada das transcendentais fundamentais.
Ainda que Aristóteles, contra Platão, negue o realismo dos arquétipos platônicos, conserva contudo um fundamento ontológico dos universais nas coisas individuais. Somente as coisas singulares são reais, todavia obedientes à universais nelas mesmas fundadas, como leis que lhes são imanentes. Para Aristóteles há, pois, essências, ou leis, sem que estejam fora das coisas.
Tais doutrinas as enunciou nos tratados conhecidos depois por Órganon e Metafísica.
Sobre a arte foi Aristóteles mais específico em Retórica e em Poética, onde discute noções sobre o belo e seus efeitos estéticos. Finalmente em Ética a Nicômaco estudou a felicidade que resulta do saber, o que constitui aproximação com a estética, a qual não é senão o prazer ocasionado pela expressão da arte.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Shadow Boy

Nossaaa hoje eu passei o dia inteirooo com musicas
das Ksis na cabeça, e resolvi colocar uma aqui.
"Se a cruz dos teus olhos
Fitava a espada que havia nos meus
Derramando palavras
Tolices sagradas de um anjo ateu
Eu caminhava colhendo delírios
E derrotas régias em seu quintal
Andando em seus trilhos
Comendo sucrilios com cara de mau
Se a cruz de seus olhos
Vagava no escuro que havia nos meus
Derramando perguntas
Babando silêncios
Parindo um adeus
Eu nem ligava
Guardava os mistérios
E brinquedo velho em seu porão
Deixava seu mundo
E me escondia no fundo do seu coração"
[ KSIS ]
domingo, 11 de abril de 2010
Observação.
Não te irrites, por mais que te fizerem...
Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
Teu mais amável e sutil recreio..."
"Sempre me senti isolada nessas reuniões sociais: o excesso de gente impede de ver as pessoas..."
Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
Teu mais amável e sutil recreio..."
"Sempre me senti isolada nessas reuniões sociais: o excesso de gente impede de ver as pessoas..."
Envelheci dez anos ou mais Nesse último mês...
Morrer não doi.
"O amor é o ridículo da vida.
A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo,
indo embora. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraiso que nos persegue, bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não doi."
[Cazuza]
A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo,
indo embora. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraiso que nos persegue, bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não doi."
[Cazuza]
Faça Hoje!
Aproveite o que você tem para fazer,sentir,dizer, amar, viver... HOJE.
Porque o dia que você resolver voltar atras.. pode ser tarde.
Acredite! Não vamos estar aqui sempre.
Porque o dia que você resolver voltar atras.. pode ser tarde.
Acredite! Não vamos estar aqui sempre.
sábado, 10 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Egocentrismo?!?

Vamos la..
começaremos pela definição da palavra.
Ego: representa um conjunto de ideias, vontades e pensamentos que movem a pessoa e desenvolvem a sua perspectiva diante da sua própria vida. É a experiência que o indivíduo possui de si mesmo.
Egocentrismo: é a característica que define as personalidades que consideram que tudo gira ao seu redor.
Bom então quer dizer que uma pessoa Egocêntrica é aquela que só pensa em si própria,
que nada no mundo importa se não for ela mesma... certo?!
Todos tem o direito da liberdade de expressão... Direito de criticar e falar o que quiser e o que pensa do outros. Afinal de contas é a opinião de cada um.
Mas do mesmo jeito que TODOS tem o direito de expressar o que sente ou o que pensa,
também tem que saber ouvir.
E já que fez a critica, tem que saber que vai ter a versão de troco.
Afinal de contas Liberdade de Expressão para todos meus amigos!
Mas também não vim aqui para ficar dando troco nem nada. É só um desabafo mesmo.
...Só acho que é muita falsidade alguém te chamar de irmã e depois falar que não aguenta sua presença, que você é muito egocêntrica ou que está insuportável sair com você.
Tudo bem pode ser que eu esteja insuportável, pode ser que eu esteja egocêntrica.. sei la.
Mais tudo na vida tem um motivo.
E talvez eu esteja assim porque estou cansada de sempre tentar fazer de tudo, e só ouvir criticas e esculachos.
É talvez agora eu esteja EGOCÊNTRICA mesmo.
Ou como vocês quiserem chamar.... egocêntrica, insuportável, metida.. blablabla.
Não importa mais.
Estou estranha? .... Acho que esse não é nome certo.
Não estou estranha, só cansei de ser idiota.
Viva o meu grande lado Egocêntrico!
quinta-feira, 8 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Paixão, Poesia... Amor!
As horas... tempo... A vida... A morte...
O que são diante do que não se pode entender?
Da vontade..do desejo?
dos sentimentos.
É tudo tão silencioso e confuso, bagunçado
e surreal.
Como o primeiro encontro de um olhar
O primeiro disparo de um coração por outro.
A tristeza profunda estuprada
Pela necessidade de amor
Que não cabe no pequeno mundo da razão
Segredos se revelam no silencio
De palavras soltas pelo ar
paixão, poesia... amor
tudo se torna um grande estado de felicidade
tornando-se um brilho enorme
Tudo o que quero é me drogar
De tudo que escorre pela tua boca
pecado, malicia, carinho, desejo....
ter uma overdose de você
Perder-me no seu interior inconsciente
Me esvaziar de tudo que me excede
Para me encher de tudo que ha em você
Difícil expressar coisas que não são entendidas
Dificil quebrar o silencio
silencio da ausencia que não se conhecia
O que são as horas?... O tempo?...
De que serve a vida?..... A morte?...
Quando eu so quero te amar...
...E todos os meus versos,foram pra você.
O que são diante do que não se pode entender?
Da vontade..do desejo?
dos sentimentos.
É tudo tão silencioso e confuso, bagunçado
e surreal.
Como o primeiro encontro de um olhar
O primeiro disparo de um coração por outro.
A tristeza profunda estuprada
Pela necessidade de amor
Que não cabe no pequeno mundo da razão
Segredos se revelam no silencio
De palavras soltas pelo ar
paixão, poesia... amor
tudo se torna um grande estado de felicidade
tornando-se um brilho enorme
Tudo o que quero é me drogar
De tudo que escorre pela tua boca
pecado, malicia, carinho, desejo....
ter uma overdose de você
Perder-me no seu interior inconsciente
Me esvaziar de tudo que me excede
Para me encher de tudo que ha em você
Difícil expressar coisas que não são entendidas
Dificil quebrar o silencio
silencio da ausencia que não se conhecia
O que são as horas?... O tempo?...
De que serve a vida?..... A morte?...
Quando eu so quero te amar...
...E todos os meus versos,foram pra você.
Palavras...
As vezes me consome uma agonia!
Agonia por não conseguir falar o que sinto
Sentimentos bagunçados dentro de mim,
querendo sair de qualquer forma.
Como palavras podem definir sentimentos?
Como expressar o que está dentro de você, por simples palavras?
As palavras são apenas consequencias de atos....
de sentimentos... de vontades.
Se palavras não passam de consequencias, porque
essa agonia para falar o que se sente?
Agonia por não conseguir falar o que sinto
Sentimentos bagunçados dentro de mim,
querendo sair de qualquer forma.
Como palavras podem definir sentimentos?
Como expressar o que está dentro de você, por simples palavras?
As palavras são apenas consequencias de atos....
de sentimentos... de vontades.
Se palavras não passam de consequencias, porque
essa agonia para falar o que se sente?
Love.. Love...

É tão difícil falar e dizer coisas que não podem ser ditas.
É tão silencioso.
Como traduzir o silêncio do encontro real entre nós dois?
Dificílimo contar. Olhei pra você fixamente por instantes.
Tais momentos são meu segredo. Houve o que se chama de comunhão perfeita.
Eu chamo isto de estado agudo de felicidade.
[ Clarice Lispector ]
terça-feira, 6 de abril de 2010
Ambigrama

Olha vou falar uma coisa, acabei de ver o filme Anjos e Demônios!
Nossa demorei demais pra ver.
Meu deus o filme é muitooo bom!
E por causa do filme ja decidi o que vai ser minha proxima tattoo!
Com toda certeza será um Ambigrama
Ambigrama é uma representação gráfica de uma palavra
que pode ser vista rotacionada ou invertida horizontalmente
com a mesma fonética ou representação visual.
>>Sinopse : Antes de decifrar "O Código Da Vinci", Robert Langdon, o famoso professor de simbologia de Harvard, vive sua primeira aventura em Anjos e Demônios, quando tenta impedir que uma antiga sociedade secreta destrua a Cidade do Vaticano. Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Langdon é chamado às pressas para analisar um misterioso símbolo marcado a fogo no peito de um físico assassinado em um grande centro de pesquisas na Suíça. Ele descobre indícios de algo inimaginável: a assinatura macabra no corpo da vítima é dos Illuminati, uma poderosa fraternidade que ressurgiu disposta a levar a cabo a lendária vingança contra a Igreja Católica. De posse de uma nova arma devastadora, roubada do centro de pesquisas, ela ameaça explodir a Cidade do Vaticano e matar os quatro cardeais mais cotados para a sucessão papal. Correndo contra o tempo, Langdon voa para Roma junto com Vittoria Vetra, uma bela cientista italiana. Numa caçada frenética por criptas, igrejas e catedrais, os dois desvendam enigmas e seguem uma trilha que pode levar ao covil dos Illuminati - um refúgio secreto onde está a única esperança de salvação da Igreja nesta guerra entre ciência e religião.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Dialética
É claro que a vida é boa
E a alegria, a única indizível emoção
É claro que te acho linda
Em ti bendigo o amor das coisas simples
É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz
[ Vinicius de Moraes ]
E a alegria, a única indizível emoção
É claro que te acho linda
Em ti bendigo o amor das coisas simples
É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz
[ Vinicius de Moraes ]
domingo, 4 de abril de 2010
Little Ashes

Finalmenteeee consegui ver o filme "Little Ashes"
que conta um lado "diferente" da vida de Salvador Dalí
Não so de como começou sua vida artistica, ou seu romance com Gala, ou
tudo que sempre é falado em suas biografias.. entrevistas e livros.
Mas o filme me surpreendeu, pois mostra uma realidade pouco conhecida na
vida de Salvador..
Na verdade ele so abriu isso em publico no final de sua vida.
E é sobre isso que o filme fala ... o seu "romance" com seu melhor amigo
Garcia Lorca.
>>SINOPSE: Em 1922, Madri (Espanha) se vê em plena revolução cultural por conta das mudanças de valores provocadas pelo jazz, as ideias de Freud e a avant-garde . Nesse mesmo ano, aos 18 anos, Salvador Dalí (Robert Pattinson) entra para a faculdade determinado em se tornar um grande artista. Sua incomum mistura de timidez e exibicionismo faz com que a elite social da universidade volte suas atenções ao jovem estudante, como Federico Garcia Lorca (Javier Beltran) e Luis Buñuel (Matthew McNulty). O filme acompanha a relação travada entre esses tão importantes artistas contemporâneos.
>>Elenco:
Javier Beltran
Robert Pattinson
Matthew McNulty
Marina Gatell
>>Direção:
Paul Morrison
Trailer do filme:
http://www.youtube.com/watch?v=pO3JDle0r4c&feature=fvsr
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Escapar...
Suavemente
sinto-me escapar pra um lugar diferente
Para fora da minha realidade
E qualquer coisa que vier me incomodar...
desaparecerá!
Mais ficará na minha memoria..
Ate que eu queira recuperar isso.
Mais vai demorar um tempo.
Ate que eu possa controlar tudo que está
a minha volta.
Não sei que lugar é esse, que eu sempre vou
pra escapar de tudo.
Eu sei que é muito ruim ter que deixar
esse lugar.
E voltar para a minha realidade.
sinto-me escapar pra um lugar diferente
Para fora da minha realidade
E qualquer coisa que vier me incomodar...
desaparecerá!
Mais ficará na minha memoria..
Ate que eu queira recuperar isso.
Mais vai demorar um tempo.
Ate que eu possa controlar tudo que está
a minha volta.
Não sei que lugar é esse, que eu sempre vou
pra escapar de tudo.
Eu sei que é muito ruim ter que deixar
esse lugar.
E voltar para a minha realidade.
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