Quem somos? De onde viemos? Pra onde vamos?
Que esperamos? O que nos espera?... O que importa é aprender a esperar.
O ato de esperar não resigna: ele é apaixonado pelo êxito em lugar do fracasso.
A espera, colocada acima do ato de temer, não é passiva como este, tampouco está trancafiada
em um nada. O afeto da espera sai de si mesmo, ampliando as pessoas, em vez de estreita-las.
[Compartilhando minha leitura --> Sigmund Freud. Biografia. L&PM]
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